Bem, pediram-me para discursar na festa de despedida que
tão gentilmente me prepararam, com tanto carinho que até convidaram a ela, meu
companheiro. Como disse ali, constrangido por falar em público, ainda que
cercado de pessoas queridas, não sou bom com palavras verbalizadas oralmente,
ainda mais quando de improviso. Não que seja melhor com elas escritas, mas me
saem muito mais fácil. Diante disto…
Quero agradecer a todos os
envolvidos, direta ou indiretamente nesse gesto de carinho e respeito, “quase”
surpresa. E ainda agradecer a convivência, a atenção e respeito dos colegas
(servidores e bolsistas) que ali não puderam estar, por diferença de horário de
trabalho, - coisa que volta e meia gera descontentamentos e bochichos, mas que
não é senão contingência de um trabalho feito em turnos -, e/ou tantos outros
motivos.

Aproveito ainda para agradecer a
confiança, camaradagem e respeito da direção que me permitiu levar à biblioteca
tantas exposições e atividades culturais em tão pouco tempo, o que me
possibilitou o mestrado que ora inicio, e também pelo período que estive à
frente da Divisão de Assistência ao Usuário, coisa que não queria, mas que foi necessária. E aí a cooperação
de todos vocês foi mais que nunca imprescindível por tornar mais leve o fardo
do “administrativo”.
Agradeço a todos a participação nas
palestras, saraus, encontros literários, que permitem tornar a biblioteca viva,
atuante e não apenas um depósito de livros, fazendo assim com que se gere
cultura e conhecimento, e não apenas guarde os suportes que levam a isso.
Agradeço sorrisos, palavras de
incentivo, olhares cúmplices, happy hours, arrastar de mobiliário, as festas a
que fui convidado, as caminhadas em períodos de greve, os tantos cafés (e
muitos sabem o quanto um café é necessário na vida de alguém. Rsrsrs)
Agradeço aos bolsistas que facilitam
tanto nosso trabalho e por vezes assumem tarefas de linha de frente. E que
quando eu voltar, a maioria já estará formada, e, desejo, terão se tornado
profissionais de sucesso em suas áreas.
Poderia continuar a discorrer e a
agradecer a tanta coisa vivida com vocês, mas antes de que essa se torne uma
carta testamento e ainda mais enfadonha, termino por aqui. Sintam-se queridos e
abraçados, cada um vocês. Mais uma vez… Obrigado por tudo. E até breve.