Tiramos sapatos
Tomamos vinho
É fato
Você abre os braços
Já não há espinho
Só aconchego
Por isso vou
Já chego
No teu corpo
Meu ninho.
Os direitos autorais são protegidos pela lei nº 9610/98, violá-los é crime. - Ao copiar textos, atribua os créditos.
quinta-feira, 26 de novembro de 2009
segunda-feira, 16 de novembro de 2009
Coleções de revistas científicas – intercâmbios
quinta-feira, 12 de novembro de 2009
Três brasileiros levam o sétimo Prêmio Portugal Telecom de Literatura.
"Se somos do tamanho do que vemos, os países são em boa medida do tamanho da sua cultura e do seu alcance no mundo – a cultura literária em língua portuguesa mostra que está mais viva que nunca e que é uma bandeira dos laços que historicamente unem os 250 milhões falantes do português no mundo". - Zeinal Abedin Mohamed Bava - Presidente executivo da Portugal Telecom em discurso na noite da premiação.
Três brasileiros saíram vencedores na sétima edição do prêmio Portugal Telecom de Literatura em Língua Portuguesa. A cerimônia de premiação teve lugar no Espaço Fasano, no Itaim-Bibi, em São Paulo, na noite de terça, dia 10 de novembro. Enquanto quase metade do país estava às escuras, a festa de premiação seguiu noite a dentro, em um jantar e degustação de queijos e vinhos. Dos dez livros finalistas ao prêmio, oito romances, um livro de contos e um de poesia concorriam aos prêmios, que contempla três vencedores: R$ 100 mil para o primeiro colocado, R$ 35 mil para o segundo e R$ 15 mil para o terceiro.
Nuno Ramos - Nuno Álvares Pessoa de Almeida Ramos -, autor do livro "Ó" (Iluminuras, 289 páginas, R$ 44,00), é o vencedor da edição de 2009 do Prêmio Portugal Telecom de Literatura em Língua Portuguesa. O escritor brasileiro é também artista plástico e já dirigiu três curtas-metragens. Segundo Ramos: “Funciono por hibridismo em tudo o que faço como artista plástico ou escritor. Em 'Ó' o passo inicial era o ensaio. Mas a incapacidade de ficar em um gênero só cria uma certa estranheza, uma incompatibilidade que são interessantes.”
Em conferência de imprensa, Ramos declarou que recebeu o prêmio com surpresa e afirmou que, "com a maior sinceridade, tinha a certeza de que não ia ganhá-lo".
João Gilberto Noll, autor de "Acenos e Afagos" (Record, 208 páginas, R$ 32,00), ficou com segundo lugar. Seu romance é uma epopéia dos sentidos, comandada pela fúria do corpo. É a história de um homem que abandona uma vida monótona para buscar sua verdadeira identidade e suas paixões. Representado por sua editora Luciana Villas-Boas, o autor gaúcho não compareceu à premiação por querer evitar a ansiedade.
Em terceiro lugar, Lourenço Mutarelli, autor de "A Arte de Produzir Causa sem Efeito" (Companhia das Letras, 216 páginas R$ 39,50), , mostra a relação entre pai e filho em uma realidade que se distorce. Mutarelli arrancou risos da platéia com o comentário: “Venho de uma família complicada, mas queria fazer uma ressalva: minha mulher é um anjo.” Como gosta de retratar a família em suas obras, para o autor 80% do que escreve está inspirado na sua infância. Ainda observou: “O mundo está cada vez mais careta. - Toda a hora que vou fumar tenho que ir lá fora. Ainda bem que não vim de minissaia [referência à estudante Geisy Arruda, aluna da UNIBAN, hostilizada por usar um vestido curto na faculdade]. O mundo é estranho. Mas o que acho mais estranho é que o mundo vem aceitando minhas obras" - concluiu.
A entrega de prêmios contou com a presença do secretário municipal de Cultura de São Paulo, Carlos Augusto Calil, do presidente da Portugal Telecom, Zeinal Bava, o presidente da Portugal Telecom Brasil, Shakhaf Wine, e o vice-presidente da Portugal Telecom Brasil, Abílio Martins.
O Júri final da premiação foi composto por: Antonio Carlos Secchin, Beatriz Resende, Benjamin Abdala Júnior, Leyla Perrone-Moisés, Regina Ziberman e Sérgio Sá, além dos curadores: Flora Sussekind, José Castello, Maria Lúcia Dal Farra e Selma Caetano.
Foto: Nuno Ramos - foto: Djair
sexta-feira, 6 de novembro de 2009
Coisas de meu pai...
Meu pai, muito raramente comia arroz, sempre a preferir massas.
E ai se a carne fosse cozida, ao olhar dele isso é " comida de mulher preguiçosa".
Lembro-me pequeno, que várias vezes meu pai sempre que queria mostrar descontentamento, fazia pirraça, pior que criança, pior que eu... Chegava a hora do almoço, e minha mãe, tendo se esmerado ao fogão, ele deixava a comida de lado, pegava duas ou três laranjas, descascava-as, cortava-as em rodela, colocava pimenta em cima, e as comia. Ficávamos todos preocupados, embora eu não entendesse muito bem o que se passava (bem dizem que crianças e cães sempre acham que fizeram algo errado, quando alguém se mostra descontente).
Certa vez, ao indagarmos o porquê daquilo, ele de pronto disse: “Boca que não merece beijo, pimenta nela!” E todos rimos muito.
Foto: Djair - Meu Pai - Olavo de Souza
quarta-feira, 4 de novembro de 2009
Tendência do uso de coleções de revistas científicas em suporte papel
terça-feira, 27 de outubro de 2009
Caminheiro

Vou seguindo
O que,
Pra onde,
Não sei
Um chamado
Um caminho
Atrás de um achado
Um carinho
Sigo rindo
Mesmo se amei,
Odiei
O mundo é lindo
Sigo em frente
Atrás de tanta coisa
De tanta gente
Estou seguindo
Vou na corrente
Ela que me leve
Que me carregue
Deixo-me ir
Sigo a sorrir
Sem discutir.
Foto: Djair
Por do Sol em Oliveira - MG. Maio de 2009
sexta-feira, 23 de outubro de 2009
Caminho dos Pilões
Tinha hortênsias no jardim, laranjeira no quintal dos fundos, além da cerca de madeira nova havia uma pequenina cascata que fornecia água ao bairro.
Da varanda avistávamos ao longe a Serra do Mar, era um horizonte pleno.
Brincávamos na rua, e eu, que sempre gostei do do fogo, acendia fogueiras em tempos juninos e em outros quaisquer.
As galinhas de casa eram poedeiras, assim como as marrecas.
Poucas casas havia nessa época e só um ônibus servia o bairro. A alguns quilômetros uma fábrica de sardinha em lata, antes da curva que dava acesso ao rio, que nos proporcionava tardes prazeirosas sob o sol.
Na mata do morro “catávamos” coquinho a valer por entre manacás e a flora 'multimilionária'.
Depois de termo ido embora dali, a fábrica foi desativada. Dois anos depois havia sido invadida por sem tetos. Pouco mais de uma década passou até que eu retornasse ao lugar... Uma favela instalou-se a partir da antiga fábrica de sardinha.
As casas antigas do bairro, poucas restaram. E estas, em lugar dos amplos quintais, abrigavam puxadinhos e cortiços. Não há mais jardim na que residi. Hoje é uma igreja evangélica com casa do pastor ao fundo e outra depois desta. Não tem mais acesso à cachoeira, mais sei que ainda existe e resistente, abastece o bairro.
Mesmo o rio virou pequeno córrego e a enorme ponte de ferro que atravessávamos temerosos com receio de cair, enferrujada e decadente, quase não tem água a receber sua sombra. Acredito que mesmo os bagres, cascudos e carás tenham sumido, assim como os amigos do tempo pré-adolescente.
Das casas mais belas, as que não foram demolidas, quase nada resta do original. Porque voltar?
Da varanda avistávamos ao longe a Serra do Mar, era um horizonte pleno.
Brincávamos na rua, e eu, que sempre gostei do do fogo, acendia fogueiras em tempos juninos e em outros quaisquer.
As galinhas de casa eram poedeiras, assim como as marrecas.
Poucas casas havia nessa época e só um ônibus servia o bairro. A alguns quilômetros uma fábrica de sardinha em lata, antes da curva que dava acesso ao rio, que nos proporcionava tardes prazeirosas sob o sol.
Na mata do morro “catávamos” coquinho a valer por entre manacás e a flora 'multimilionária'.
Depois de termo ido embora dali, a fábrica foi desativada. Dois anos depois havia sido invadida por sem tetos. Pouco mais de uma década passou até que eu retornasse ao lugar... Uma favela instalou-se a partir da antiga fábrica de sardinha.
As casas antigas do bairro, poucas restaram. E estas, em lugar dos amplos quintais, abrigavam puxadinhos e cortiços. Não há mais jardim na que residi. Hoje é uma igreja evangélica com casa do pastor ao fundo e outra depois desta. Não tem mais acesso à cachoeira, mais sei que ainda existe e resistente, abastece o bairro.
Mesmo o rio virou pequeno córrego e a enorme ponte de ferro que atravessávamos temerosos com receio de cair, enferrujada e decadente, quase não tem água a receber sua sombra. Acredito que mesmo os bagres, cascudos e carás tenham sumido, assim como os amigos do tempo pré-adolescente.
Das casas mais belas, as que não foram demolidas, quase nada resta do original. Porque voltar?
segunda-feira, 19 de outubro de 2009
Reverência
Que fazer se já não há prazer
Se vira obrigação
E não lazer
Se vem tudo por escrito
Qual avaliação com gabarito
A Obrigação da reverência
Sem nenhuma deferência
Deus salve a rainha
Só dar de acordo
Ou dar ciência
Buscar o alvorecer no companheirismo
Cumprir o dever com idealismo
Suportar o que irrita
Com gelado chopp
E batata frita
Publicado originalmente em: Antologia de poetas CEU-Aricanduva. São Paulo: 2004, 25p.
Se vira obrigação
E não lazer
Se vem tudo por escrito
Qual avaliação com gabarito
A Obrigação da reverência
Sem nenhuma deferência
Deus salve a rainha
Só dar de acordo
Ou dar ciência
Buscar o alvorecer no companheirismo
Cumprir o dever com idealismo
Suportar o que irrita
Com gelado chopp
E batata frita
Publicado originalmente em: Antologia de poetas CEU-Aricanduva. São Paulo: 2004, 25p.
sexta-feira, 16 de outubro de 2009
Junções II
Apesar de optar por fazer um blog de autoria exclusiva, em setembro publiquei um post com o título "junções", frase de Vitor Fasano na Novela de Glória Peres com uma outra de João Guimarães Rosa. Aqui segue, no que talvez se torne uma série, outra junção de duas frases, que a meu olhar harmonizam-se em casamento perfeito. A primeira, costuma ser atribuida a Henfil, após a publicação, na Revista Isto é, nos anos 1980, em plena campanha pelas Diretas. Quando da publicação ele mesmo informa te-lo recebido de outrem. ("Um dia em Jundiaí um puro, ao ouvir meu OPTEI pela organização do povo, me deu os seguintes versos, que passo adiante amanhã. Para ser lido dia 22 de novembro de 1982.") A segunda, de Elza Morante em "A História" "Se não houver frutos, valeu a beleza das flores... se não houver flores, valeu a sombra das folhas... se não houver folhas, valeu a intenção da semente" "Todas as sementes falharam, exceto uma, que não sei exatamente o que seja, mas que provavelmente é uma flor e não uma erva-daninha."Foto: Djair - Florzinha rasteira no acostamento no "Caminho da Guia" em Floriano - Piauí. Desta vez a data está correta.
quinta-feira, 15 de outubro de 2009
Tropeço
terça-feira, 13 de outubro de 2009
Prajalpa
Prajalpa – Em sânscrito quer dizer: conversa fútil e mundana, inútil para todos.
Aqui leitor encontrará textos meus que refletem sentimentos e pensamentos com os quais me ocupei em algum momento. Alguns já publicados em outros veículos, outros escritos de chofre no momento da inserção, somando experiências e impressões muitas vezes contraditórias. O resultado tende a ser uma série de textos, ora apaixonados, ora irados, ora preguiçosos e malemolentes, outras vezes elaborados num "acerta aqui, conserta ali" caprichoso. Impressões e reflexões acerca do mundo que nos cerca, informações sobre o que vi ou li, reflexos de anseios, inspirações e decepções minhas...
"Maior que o impulso sexual é o impulso de mexer no texto alheio". A frase do Jornalista Claudius Ceccon é de uma profundidade incontestável para quem escreve, e mesmo para muitos que apenas leem, seja prosa, poesia, crônica, o que for... Quem não sentiu vontade de dar final diferente a um romance ou novela, quem nunca achou que sua rima casaria melhor que a do outro ao final de um poema, ou ainda, pensou em um verso novo para um soneto?
Caso sintas o impulso do qual fala Ceccon, use o espaço de comentários para interagir, sugerir, criticar, enfim, o que lhe apetecer.
Boa viagem.
quinta-feira, 8 de outubro de 2009
Bem-vindo - Filme de Philippe Lioret
Esta semana, uma leitora, que acessou meu perfil, perguntou-me:
"_Você parou nos anos 90?"
E eu: "_como assim?" Ao que ela replicou:
"_Os filmes, você não gostou de nenhum dos anos 2000?"
Expliquei que gostei de todos os Almódovar, do último Woody Allen, dos dois do Claúdio Assis, especialmente: baixio das bestas. Mas nenhum tanto quanto os que cito no perfil, no entanto, senti vontade de falar sobre um que mexeu bastante comigo nos últimos tempos:
Bem-vindo
O drama dirigido por Philippe Lioret é “um tapa na cara”. Diferente dos filmes do gênero que trata o problema da migração humana como pano de fundo para romances, esse trata da (in)dignidade humana, da sordidez dos que se aproveitam dos miseráveis para em cima deles ganhar um pouco mais, e tem o romance como pano de fundo.
Bem-vindo
O drama dirigido por Philippe Lioret é “um tapa na cara”. Diferente dos filmes do gênero que trata o problema da migração humana como pano de fundo para romances, esse trata da (in)dignidade humana, da sordidez dos que se aproveitam dos miseráveis para em cima deles ganhar um pouco mais, e tem o romance como pano de fundo.
Bilal (Firat Ayverdi), o jovem refugiado curdo (iraquiano) que cruza o continente a pé a fim de chegar a Inglaterra onde espera jogar no “Manchester” ao lado de Bekman e Ronaldo é o personagem que dá voz aos imigrantes, que poderiam ser Fabiano e sua trupe (Vida Secas – Graciliano Ramos). E Simon (Vincent Lindon), o francês, ex-campeão olímpico, professor de natação, se compadece de Bilal, em princípio para mostrar a ex-esposa que distribui sopa aos “refugiados” como voluntária. São os personagens centrais num filme cru, que não tem pudor de mostrar as dificuldades criadas oficialmente como forma de manter longe os indesejados cidadãos “estrangeiros”.
Talvez ganhem mais forças os versos de Humberto Gessinger (Engenheiros do Hawai): “Eu me sinto um estrangeiro, passageiro de algum trem que não passa por aqui, que não passa de ilusão.” Após observar o tratamento dado a humanos, por outros humanos. A ver a tecnologia criada para manter o outro longe, e mais não digo pois só o filme pode levar ao estado de indignação em mim despertada.
quarta-feira, 7 de outubro de 2009
Saudades da garoa...
Só tem chuva repleta de
químicos e fuligem de carro
Não tem mais garoa
Quando tinha, garoa tinha
acento
era
"garôa".
Tem aterros
Lixo urbano
Lixo humano
Córrego canalizado
Canalha de pano passado,
idiota bem arrumado.
Não tem mais garoa
Quando tinha havia menos
Indigente
Gente doente
Garotas de programa
Gente atrás de fama
Não tem mais garoa
Ainda tem gente chegando
E ainda mais querendo ir
embora
De carro
De trem
De avião
A pé.
Tem roubo
De dinheiro
De gente
Não tem mais garoa
Tão bom que tivesse
Pra lavar e levar tudo
sem
deixar nada.
Cansaço
Quando canso
Me calo
Se entristeço
Não falo
Palavras são nada
Sentimentos pelo ralo
É constante a vontade de ir embora
Irritante
Essa história de que homem não chora
Sou misantropo
Homem-elefante.
Me calo
Se entristeço
Não falo
Palavras são nada
Sentimentos pelo ralo
É constante a vontade de ir embora
Irritante
Essa história de que homem não chora
Sou misantropo
Homem-elefante.
quarta-feira, 30 de setembro de 2009
Rio Lindo de Janeiro
Glamour...
Copacabana Palace...
De tirar o folêgo...
Real gabinete de leitura...
Bondinho...
Barzinhos em Santa Teresa...
Arcos...
Barzinhos/antiquarios na Lapa...
Cerveja, Chopp, Chorinho...
Confeitos...
Colombo...
Fé...
Igreja de São Francisco onde Brás Cubas encontra Quincas Borba
Praia, mar...
àgua de coco...
Sol, Chuva...
Sem casamento de viúva...
O Rio de janeiro continua lindo.
terça-feira, 29 de setembro de 2009
Livro: Gestão do conhecimento médico
Nesta quinta, dia 01/09/2009, será lançado na Livraria Saraiva Mega Store, o livro:
O Livro em linguagem fácil, sem mediquês nem o biblioteconomês frequentes nas publicações do gênero, versa sobre as melhores formas de consulta a bases de dados, bem como programas e sites para atualização profissional na área de ciências da saúde, e alfineta os "entraves" da pesquisa médica.
Escrito em conjunto - Médicos/Bibliotecária é uma fonte de referência básica para pesquisadores e estudantes que pretendem realizar pesquisas nas fontes de informação digitais disponíveis.
domingo, 27 de setembro de 2009
sábado, 26 de setembro de 2009
Palmatória
Não gosto dessa história
Que não pode bater
Como é que vai torcer o pepino com "soprinho" e alisamento
Hoje tem conselho tutelar pra tudo
E cada dia menos se sabe como criar
Dona Neide vai regalar o olhão azul
Dona Leila vai achar absurdo
"Não pode, tem que ter pedagogia."
A do chinelo doia
Mas cá pra nós
O vermelhão passava
E a gente aprendia.
Publicado originalmente em: Antologia de poetas CEU-Aricanduva. São Paulo: 2004, 25p.
sexta-feira, 25 de setembro de 2009
Lar

Chegar em casa
Achar-te em brasa
E por falar em brasa
Achar comida quente
E por falar em mesa posta
As contas e cartas sobre a outra
E por falar em mesa de centro
Ficou lindo o jarro com as flores dentro
E por falar em flores
Viu como está belo o jardim?
E por falar em quintal
Como essa cachorra cresceu
E com licença de Adélia, a Prado...
Pra que falar em amor, "essa palavra de luxo"?
Foto: Djair - Mocinha (minha cachorra) no topo da escada. - Setembro 2008
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